Um dia, os índios de uma determinada tribo sentiram falta de um objeto que se fazia importante para o atendimento do seu crescimento populacional.
Os indígenas fizeram a dança do ‘bloco’ e aproveitaram para dançar e invocar aos deuses alguns softwares, computadores, câmeras de vídeo, etc.
Dançaram durante 15 dias, chamando a atenção de tribos vizinhas que andavam adormecidas. Os deuses manifestaram suas intenções como relâmpagos e spams enviados para jornalistas da cidade e, até mesmo, colunistas sociais.
Mas só isso não foi o bastante. O relâmpago é passageiro, brilha e apaga dentro de segundos. O spam, indesejável, nem sempre condiz com a verdade.
– Uh Hu Ha há. Hu uh ah Há – diziam os tribalistas usando seus tambores e apitos para a percussão e narizes de palhaço para condizer com o ritual.
Muitas vezes, mostrando até a língua. E mesmo com todos os rituais de praxe, os deuses continuavam com os spams eletrônicos, oriundos de uma agência medíocre e despreparada.
Depois de muitas invocações, rezas, batuques e apitaços, inclusive na casa do pajé, os deuses resolveram atender os tribalistas.
Começaram a construir o bloco e logo, um dos poucos formados que trabalham com a técnica da comunicação por fumaça sugere que façamos uma oferenda aos deuses. Pois seria agora hora de agradecer.
Os indígenas, por sua vez, decidiram não o fazer por entender que o ‘presente dado’ pelos deuses é de suma obrigação divina.
Quanto à dança, ela foi feita só para despertar as divindades. Ah, e para aparecer também. Mostrar a língua.
Escrito por Alessandro Oliveira às 11h32
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"Triste Época! Mais fácil desintegrar um átomo que um preconceito"
Autor: Albert Einstein

Categoria: Citação
Escrito por Alessandro Oliveira às 16h36
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‘BELÍSSIMA’ REDAÇÃO
Todos sabemos da importância dos meios de informação para o agendamento das notícias. Nas redações, o uso da Internet e da televisão, por exemplo, é imprescindível. São os meios, nos quais a informação chega com mais rapidez.
Na noite da última sexta-feira, a redação de O Mossoroense tornou-se ‘sofá’ para o capítulo final de ‘Belíssima’. Quem a bala ia acertar? Quem era o filho de Bia? Muitas dúvidas eram cogitadas entre um diálogo e outro.
Fiéis aos trabalhos ainda estavam: o pessoal da diagramação, com a exceção de Ramon, que apesar de saber antecipadamente o que ia acontecer com cada personagem, assistia atentamente; Sodré, nosso editor e um revisor (não to lembrado do seu nome).
Entre um intervalo e outro, Ramon saía da diagramação com uma pressa arrebatadora, largava o que estava fazendo e voltava durante o intervalo. Bastava a música de abertura da novela para o ocorrido se repetir.
Todos presentes naquela pequena sala ficaram de olhos grelados nos últimos acontecimentos da trama de Silvio de Abreu. Realmente, foi muito bem escrito, produzido, dirigido e tudo mais.
A audiência de ‘Belíssima’ na redação só não foi maior que a do jogo ‘Portugal X França’. Evidentemente, por conta do horário. O jogo foi exibido às 16 horas: momento que a redação estava lotada de trabalhadores e trabalhadoras. Por volta das 21 horas, já não tinha tanta gente assim como no dia do jogo.
A novela chamava a atenção de quem por ali passasse. Tinha até gente na porta, com medo da repressão sexual dos machões de plantão. Quem sabe ali naquele local não fosse mais fácil dizer: “Tava só curiando. Nem gosto de novela. Parei só pra dar uma olhadinha”.
ALESSANDRO OLIVEIRA
Escrito por Alessandro Oliveira às 16h20
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ZERADA
Há muito tempo que eu não blogava. Por isso, resolvi dar uma zerada no conteúido do blog de antes e começar a postar diariamente. E espero ter a colaboração de pessoas ligadas ao curso de Comunicação Social ao qual eu também faço parte.
Um abraço a todas e todos.
Sejam bem vindos.
Escrito por Alessandro Oliveira às 14h29
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